terça-feira, 26 de julho de 2011

AMOR

Eu tenho um grande amor!
Um amor profundo e calmo

Um amor que me alimenta e me consome...
Um amor homem, macho e terno!

E esse sentimento que me maltrata
me trata, me arroaça, me extravasa
Me farta de tanto sentimento e saudade
Me sofre e me preenche!

Esse alimento que me sustenta
me atenta e apimenta...
Me cansa nas noites de romance e
me regenera o ser de maneira revigorante.

É um animal afoito
que corpo a corpo suaviza o coração
E ao mesmo tempo um vendaval que louco
toma conta de todos os cinco ou seis sentidos
(meio sem sentido e isso é bommmm.....)

Embriagante, enlouquecido, desvairado...
virado ao avesso, sem roupa ou com roupa...
É um amor inteiro, perfeito e instigante!
Um amor verdadeiro em todos os sentidos.

É o amor dos amantes que nas noites
se encontram e uivam ao luar...
Mas é também o amor dos poetas
desinteressado, calmo e leve como as brumas
que mornas no outono, não tem força para criar uma tempestade!

É um amor dos irmãos que dividem e somam
abnegadamente!
É um amor de homem e mulher crescidos e esperançosos
vendo um futuro la na frente.

É um amor de jovens adolescentes
(ainda somos adolescentes no nossos jeito de amar!!!)
descomprimissado e sem hora de chegar nem sair.
É um amor de idosos (?) contando o tempo pra nao perder nada!


Esse amor, meu amor, ainda é pouco para definir o meu amor!
Esse sentimento tão louco, que me sufoca e aprisiona
e ao mesmo tempo me liberta e faz o mundo la fora nao existir mais!

Tantas vezes tentei lhe falar do meu amor e aos poucos vou tentando explicar
aquilo que não tem explicação...

Adoro quando deito nos seus braços...
Esse é o melhor ninho e meu jeito mais sublime
de lhe dizer que aceito esse turbilhão de controvérsias deliciosas
que é o nosso amor!

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