sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A introdução do trabalho escravo: as reformas de Dracon e Solon


As reformas dos legisladores eleitos modificaram substancialmente a política ateniense. Num primeiro momento foram tímidas: Drácon, o primeiro legislador, em 621 a.C., apenas transcreveu as leis que eram orais para um código escrito, impedindo ambigüidades. Como nada substancial foi modificado, a insatisfação de demiurgosgeorgoi e thetas continuava.
Charge: as reformas de Sólon
Foi eleito, então, um segundo legislador, Sólon (594 a.C.). Mais radical, e também mais pressionado que Drácon, efetivou reformas mais significativas. Acabou com a escravidão por dívida e garantiu a devolução das terras aos seus antigos donos. Libertados, até mesmo os atenienses vendidos como escravos no exterior foram trazidos de volta. Modificou a estrutura de participação no governo, exclusividade dos bem nascidos, dividindo a sociedade censitariamente. Ou seja, o critério de participação política passou a ser a riqueza.
Criou a Bulé, um conselho amplo, composto por 400 membros. Suas reformas, apesar de agradar aosgeorgoi, não satisfaziam os thetas mais pobres, que continuavam sem participação política, e oseupátridas que perderam o monopólio político. Após estas reformas, Atenas mergulhou num período de instabilidade política devido às brigas entre famílias rivais e poderosas e veio a época do governo dos tiranos. Clique aqui para entender como se deram as tiranias.


1.
Ao chegar nas novas terras do além mar, os europeus se depararam com um desafio muito grande: como criar condições para uma colonização efetiva das novas terras? Eles superaram este desafio incentivando a criação de uma base econômica rentável que possibilitasse a vinda de colonos para a América. Neste sentido, seus primeiros atos foram

a concessão de terras (sesmarias) e o aumento da carga tributária para que os impostos fossem reaplicados na colônia.

o aumento da carga tributária para que os impostos fossem reaplicados na colônia e a venda barata de terras.

a venda barata de terras e o estabelecimento de bons salários para os colonos.

a concessão de terras (sesmarias) e o alívio dos impostos, visando a estabilidade dos investidores e a viabilização da empresa açucareira.

2.
Apesar das tentativas de implantação de uma economia que sustentasse a colonização européia na América, ela seria muito difícil se realizada apenas com o trabalho dos colonos. A saída encontrada pelos colonizadores para essa situação foi a

escravização de negros e, posteriormente, alemães.

escravização de negros e, posteriormente, italianos.

escravização dos povos indígenas e, posteriormente, africanos.

escravização dos povos indígenas e, posteriormente, asiáticos.

3.
A escravização dos povos nativos pelos colonos portugueses foi dificultada pela resistência indígena à escravidão. No entanto, este não foi o único motivo que levou os portugueses a investirem no tráfico de escravos. Dentre os outros motivos, destaca-se o

econômico, pois o tráfico negreiro era uma atividade muito lucrativa para a metrópole portuguesa.

econômico, pois o tráfico negreiro era uma atividade muito lucrativa para a colônia.

humanitário, já que os nativos possuíam almas e aprenderiam a ser gente com os colonizadores.

humanitário, já que os negros, por não possuírem alma, precisavam ser transportados para a América para serem civilizados na escravidão.

4.
Leia as afirmativas abaixo.
I – Para a efetivação da escravidão negra no Brasil, não eram apenas os portugueses que contribuíam e lucravam. Os negros que saíam da África eram, muitas vezes, capturados e vendidos por outros negros africanos.
II – A escravização indígena era trabalhosa, pois sua captura era dificultada devido ao seu conhecimento do território. Além disso, eles eram extremamente sensíveis a doenças trazidas pelos europeus, como a gripe.
III – Além da dificuldade na captura de indígenas, sua escravização era dificultada por que eles eram preguiçosos e não tinham jeito para o trabalho.
IV – A igreja católica da época acreditava que os índios tinham alma e não deveriam ser escravizados.
Está(ão) correta(s)

II apenas.

II e III.

I, II e IV.

todas.

5.
Dentre as afirmações abaixo, está(ão) correta(s)
I – As condições de vida dos negros escravizados eram extremamente precárias. Eles eram constantemente castigados com chicotadas e ficavam dias, e até semanas, amarrados no tronco.
II – As condições de trabalho dos negros eram muito ruins. Seu trabalho era extremamente pesado eram muito explorados.
III – Para os europeus, os negros não tinham alma. Desta forma, os negros eram vistos como “coisa”, ou seja, um objeto de uso, e não como um ser humano.
IV – A escravização do negro era facilitada porque eles tinham jeito para o trabalho manual e eram extremamente passivos diante de sua situação de escravos.

I.

I, II e III.

II e III apenas.

todas.

6.
Ao chegar no Brasil os negros de uma mesma família eram muitas vezes vendidos separadamente: cada membro ia para um senhor diferente. Além disso, nas fazendas, os senhores muitas vezes proibiam as práticas religiosas que os negros tinham na África. Essas duas atitudes dos senhores faziam parte de uma mesma estratégia, que era

evitar o fortalecimento dos laços entre os negros chegados da África para que eles não se rebelassem contra a dominação branca.

fortalecer os laços de solidariedade entre os diferentes grupos de negros, o que melhorava a qualidade do seu trabalho.

evitar o fortalecimento dos laços entre os negros chegados da África para que eles não perdessem tempo de trabalho em conversas familiares ou religiosas.

propiciar um clima onde as trocas culturais pudessem ser efetivadas de forma mais fácil, pois, separados de suas famílias e proibidos de praticar seus cultos, os negros poderiam assimilar melhor a cultura européia.

7.
Quase sempre conseqüência de uma ____I____, o quilombo consistia num aldeamento em local de difícil acesso, ____II____, onde os escravos tentavam reproduzir a organização e as práticas de seus ___III_____. Os itens I, II e III são corretamente substituídos, respectivamente, por

assembléia, efervescente, ídolos.

fuga em massa, auto-suficiente, senhores.

fuga em massa, insuficiente, povos africanos.

fuga em massa, auto-suficiente, povos africanos.

8.
O assassinato de feitores e senhores por negros não era uma exceção. A sua opressão era tamanha que revolta os levava a esse ato. No entanto, havia outras formas de revolta e resistência à escravidão. Dentre elas destacam-se duas formas, uma individual e outra coletiva. São elas, respectivamente,

o suicídio e a organização de greves.

o suicídio e a formação de quilombos.

a operação tartaruga e a formação de quilombos.

a lamentação e a organização de greves.

9.
Diferente do que ocorreu na América Portuguesa, onde o ____I____ foi a principal mão-de-obra utilizada pelos colonizadores, na América Espanhola utilizou-se para isso o ____II____. Neste caso, as formas de exploração de seu trabalho eram a ____III____, que consistia num trabalho obrigatório remunerado e na obrigatoriedade do nativo ceder parte de sua produção aos seus dominantes, e a ____IV____, que consistia num trabalho obrigatório não remunerado, onde os índios eram confiados a um espanhol que deveria, em troca do uso do seu trabalho, cristianizá-los. Os itens I, II, III e IV são corretamente substituídos, respectivamente, por

negro, índio, encomienda, mita.

índio, negro, encomienda, mita.

negro, índio, mitaencomienda.

índio, negro, mitaencomienda.



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